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PM de Alckmin reprime nova manifestação contra Temer

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Bombas e gás de pimenta lançados pela Polícia Militar dispersaram novamente ontem (1º) manifestação na capital paulista que pedia a saída do presidente da República, Michel Temer, e protestava contra a perda de direitos sociais. Desde o início da semana, em São Paulo, ao menos três manifestações contra o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff e a posse de Michel Temer como presidente terminaram com ação truculenta e intolerante da polícia paulista.
A passeata partiu por volta das 18h40 do Museu de Arte de São Paulo (Masp) cercada por forte policiamento. Diferentemente do previsto, a manifestação se dirigiu à Praça do Ciclista, em vez de ir para o Largo da Batata. Logo em seguida, os manifestantes decidiram ir até o diretório estadual do PMDB em São Paulo, na região do Ibirapuera. No entanto, a polícia impediu que a passeata seguisse para lá, e autorizou somente que a manifestação se dirigisse à Praça da República, no centro.
Na esquina da Avenida Nove de Julho com a Rua João Adolfo, rojões foram disparados e, logo em seguida, a polícia começou a repressão da manifestação com bombas e gás de pimenta. Houve dispersão dos manifestantes.
Segundo o Grupo de Apoio ao Protesto Popular (Gapp), uma mulher asmática teve de ser atendida após passar mal em razão do gás lançado pela polícia na região da Nove de Julho.

‘Não autorizei pagamento de caixa 2 a ninguém’, afirma Dilma Rousseff

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A presidenta afastada Dilma Rousseff disse ontem (22), em seu Twitter, que não autorizou pagamento de caixa 2 “a ninguém”. “Se houve pagamento, não foi com meu conhecimento”, disse. Ontem (21), o publicitário João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, disseram, em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, que receberam pagamento no exterior referente a uma dívida de campanha do PT nas eleições de 2010.
As audiências foram realizadas na ação penal em que os investigados respondem na Operação Lava Jato. Ambos estão presos desde fevereiro em Curitiba.
Durante o depoimento, Mônica Moura, que era responsável pela parte financeira da empresa de marketing do casal, informou que recebeu US$ 4,5 milhões em uma conta off shore na Suíça, controlada pelo empresário Zwi Skornick, acusado de operar os pagamentos ilegais, segundo investigadores da Lava Jato.
Conforme Mônica, o repasse era referente a uma dívida por serviços prestados ao PT durante a campanha da presidenta Dilma Rousseff em 2010. A empresa do casal fez o trabalho de marketing político da campanha.
Também pelo Twitter, Dilma afirmou que continua lutando contra o seu impeachment. “O processo só se completa com a votação no Senado. Faltam seis senadores para impedir [o impeachment]”, disse. O processo de afastamento de Dilma está previsto para ser votado no plenário do Senado no fim de agosto.

Só 13% aprovam governo golpista de Michel Temer

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Pesquisa Ibope divulgada ontem (1) revelou que o governo golpista de Michel Temer (PMDB) é desaprovado pela população brasileira. Apenas 13% dos entrevistados avaliaram positivamente a gestão. Encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a pesquisa mostra que 39% avaliam a gestão Temer como ruim ou péssima, enquanto outros 36% a consideram regular. Não souberam responder 13% dos ouvidos pelo Ibope.
Assim que assumiu o governo após o golpe contra a presidenta eleita, Dilma Rousseff, o presidente ilegítimo Michel Temer começou o desmonte das estruturas de Estado que atuaram com políticas públicas voltadas à inclusão social e respeito às minorias. A falta de mulheres ministras foi um dos pontos de maior agressão às conquistas das últimas décadas.
Conforme registrou o Ibope, duas a cada três pessoas entrevistadas (66%) disseram não confiar no governo golpista de Temer.

Baruf, Dr. Sato e Zezinho estão empatados tecnicamente, aponta Instituto MAS

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Pesquisa realizada pelo Instituto MAS em Jandira aponta que há empate técnico entre os três pré-candidatos da oposição ao governo do prefeito Geraldo Teotônio, o Gê. O levantamento foi divulgado na manhã desta quarta-feira (15) pelo sociólogo e cientista político Marcos Agostinho, do Instituto MAS, em coletiva de imprensa realizada na Associação Industrial de Jandira (Assija).
Com 25,3% das intenções de votos na pesquisa estimulada, aparece em primeiro lugar o petebista Paulo Baruf. Na sequência está Dr. Sato (PMDB) com 24,8% e Zezinho (PT), com 19,8%. O atual prefeito Gê (PV) aparece em quarto lugar, com 7%. Os demais possíveis pré-candidatos estão com 5% (Julinho, do PDT), 2,3% (Betinho, do PSDB) e 1,5% (Mi, do DEM). Dos entrevistados, 10,3% afirmaram que não votarão em nenhum dos apontados e 4,3% não souberam responder.
Na avaliação do cientista político, o pré-candidato Dr. Sato está no limite dos votos. “25% é algo histórico, ele não cresce mais por conta da pré-candidatura do Baruf, que tem as suas características”, avalia. Segundo Marcos Agostinho, a pré-candidatura do Zezinho se consolida com a soma de seus votos aos do Paulinho Bururu [ex-prefeito de Jandira]. “A tendência é de que parte dos votos do Bururu, à época, se consolide dentro da pré-candidatura do Zezinho”, completou.

METODOLOGIA
A pesquisa foi realizada no período de 4 a 6 de junho deste ano e foram entrevistados 400 moradores de Jandira, por meio de sorteio aleatório em pontos de fluxo, obedecendo o percentual de habitantes em cada uma das treze regiões da cidade. A margem de erro é de 5%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o Número de Identificação SP-06495/2016, conforme determina a atual legislação eleitoral.

PREFEITO GÊ TEM MAIOR REJEIÇÃO
O levantamento realizado pelo Instituto MAS mostra ainda a rejeição dos principais pré-candidatos. Em primeiro está o atual prefeito Gê, que deve buscar a reeleição. Ele aparece com 55,8%. Zezinho aparece em segundo com 13,5%, seguido de Paulo Baruf, 10%, e Dr. Sato, 8,5%. Nenhum e não sabem somam 12,3%.
“Para cada 10 moradores abordados durante a pesquisa, quase seis não votariam de jeito nenhum no atual prefeito Gê. Este cenário é quase que impossível de ser revertido até 2 de outubro”, destacou Marcos Agostinho. O cientista político enfatizou ainda que a rejeição de Gê está ligada diretamente à avaliação do trabalho realizado como prefeito nos últimos três anos. “Nessa eleição, o Gê não é competitivo, para dizer o mínimo”, avaliou.

 

Zezinho é o candidato que mais trabalha por Jandira

Quando questionado aos entrevistados qual o pré-candidato a prefeito que mais trabalha para resolver os problemas de Jandira, dentre os três primeiros colocados, Zezinho tem destaque significativo. O petista aparece com 33% das citações, seguido do Dr. Sato com 23,5% e Paulo Baruf com 23,3%. “Nenhum” e “não sabe” somam 20,3%.
Na avaliação do cientista político Marcos Agostinho, Zezinho se destaca pelo fato de sempre estar à disposição da população como vereador. “Ele teve a oportunidade de percorrer os quatro cantos da cidade, conhecer as necessidades e buscar soluções para os problemas”, explicou.