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Assassinato
Presidente do Sindicato
dos Comerciários é assassinado
O
presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e
Região (Secor), Gildeson Cardoso de Santana, 41, foi morto no dia
7, domingo, com pelo menos 12 tiros, em Carapicuíba.
O crime ocorreu às 11h30 durante uma comemoração
do Dia Internacional da Mulher organizada pelo sindicato.
Conhecido como Gil Baiano, ele foi morto dentro do clube do sindicato,
no bairro de Parque Jandaia. Cinco balas atingiram a sua cabeça,
pelo menos outras sete, o corpo. Ele tinha acabado de sair da quadra do
clube, quando, segundo uma testemunha, o assassino - que ainda não
foi identificado - o teria chamado pelo nome. Em seguida, o criminoso
fez os disparos e fugiu em uma motocicleta com mais uma pessoa. As causas
do assassinato estão sendo investigadas pela polícia.
"Gil era apaziguador. Assumiu a presidência do sindicato numa
eleição com chapa única. Não imagino o que
possa ter acontecido", disse Carlos Roberto Alves, diretor do sindicato.
O filho da vítima, o estudante Jefferson dos Santos, 18, também
não desconfia de ninguém. "Que eu saiba, ele não
havia recebido nenhuma ameaça", contou.
Amigos de Gil Baiano, como o presidente da Câmara dos Deputados,
João Paulo Cunha (PT), e o deputado estadual Emídio de Souza
(PT) compareceram ao local do crime.
O presidente da CUT-SP, Edilson de Paula Oliveira, solicitou ao procurador
-geral de Justiça, Luiz Antônio Guimarães Marrey,
maior empenho e rapidez nas investigações para impedir que
novas mortes ocorram.
Fontes: JT (09 e 10/03)
e Folha de S. Paulo (09/03)
Faleecimento
Proprietário do Jornal do Trem
morre em acidente de carro
O proprietário
do Jornal do Trem (e Folha do Ônibus), Ranulfo Pereira, popularmente
conhecido como Ralf, faleceu na última quarta-feira, 10, após
sofrer um acidente de carro. Segundo averiguações, Ralf
passava pela avenida Yojiro Takaoka, próximo à Unip (Universidade
Paulista), em Alphaville, quando teria perdido o controle do veículo
em uma curva e chocou-se contra um poste. A tarde estava chuvosa e a pista
escorregadia.
Após bater contra o poste, Ralf ficou preso nas ferragens, sendo
socorrido ao Hospital Albert Einstein, na Capital. Ele chegou com vida
ao hospital e até reclamou de fortes dores nas pernas. Logo depois,
seu quadro clínico apresentou complicações, devido
a hemorragia.
Segundo apurou-se, a família soube do acidente por meio de um transeunte
que usou o próprio celular de Ralf para comunicar a família.
O corpo do dono do Jornal do Trem foi velado no Velório da Bela
Vista, zona Sul de Osasco, e seria cremado conforme era seu desejo.
Fonte: Diário da Região,
ed 6953, de 11 de março de 2004
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