:: O Leitor

DÍVIDA EXTERNA: ATÉ QUANDO?

O pagamento absurdo dos juros da Dívida Externa leva-nos - mais do que nunca - a crer que o Brasil deverá repensar caminhos.
Expliquem a vantagem dos financiamentos: que submetem-nos a juros exorbitantes, impondo-nos o jugo sacrificante duma carga tributária insuportável?
Por que não concordar em reter os juros, recusar novos empréstimos, solicitar amortização de pagamentos, para sobrepujar esse feudal e famigerado buraco-negro financeiro?
A Nação, conferindo seu destino, admitirá que gerações continuem estagnadas,
subdesenvolvidas, carregando o peso dos juros de uma dívida fantasmagórica com perfil de um autêntico PIB?
Qual governo eleito pelo povo, publicará na imprensa brasileira, o Balanço da Dívida Externa: seus contratos, suas cláusulas, as condições e o montante já pago?
Requer saber se a nossa soberania está em risco, diante desses acordos que arrepia, em não sendo divulgados, tornam-se fato de inquietante mistério.
Governos são efêmeros e mantemos um firme conceito mais sério: a perpetuidade da honra do povo brasileiro.
Afinal, o que diz os papéis do FMI, e o que diz os nossos papéis? Eis a questão...

Alberto Nunes é jornalista (albertonunes77@hotmail.com

DOIS PESOS...
No último dia 30/11/04, em sessão ordinária a Câmara Municipal de Itapevi aprovou as contas do ex-prefeito Sérgio Montanheiro, de 2000, e Dalvani Caramez, de 2001.
O que causou estranheza foi o fato de que a vereadora Sônia Salvarani votou contra as contas de Dalvani e a favor das contas de Montanheiro, sem falar de que a nobre edil, que é lider de sua bancada, liberou seu pupilo Julinho da Batista para votar a favor das contas de Dalvani.
Para tal situação cabe uma pergunta: o que levou Sônia a liberar Julinho para votar a favor de Dalvani Caramez?

Ed Limas Itapevi - SP (edcarlos.limas@bol.com.br)