:: POESIAS
O CEGO*

Eduardo Luiz Silveira

Era bem de manhazinha
Pego o trem na estação
E eis que surge um ceguinho
Implorando compaixão:

"Eu lhes peço uma moeda
Dada de bom coração.
Agradeço! Deus lhe pague
E conserve a tua visão!"
Lá no íntimom eu chorava
Sem ter como ajudar!
Até o fim dessa viagem
Só o que posso é lamentar...

Tantos cegos como aquele
Nessa triste situação!
Deus do céu! Quanta injustiça
Nos confins dessa Nação!

* No trem, indo de Itapevi para Osasco, numa manhã de segunda-feira.

Eduardo Luiz Silveira é poeta e cronista

F.N.M. (Faculdade Nacional da Metáfora)

Rivas

Convocação pública urgente local templo espiritual senado próximo do congresso nacional em Brasília data 30/02/2004 patrocínio dinheiro público e apoio R$ 15,00 a entrada.
Onde as leis são criadas e arquivadas com muitas sátiras evolutivas e discriminação progressiva.
Teatro sem palhaço que adora piadas com sessão extraordinária e aumento de trabalho dentro do cúmulo de não mentir e da vaidade de não pensar neles e sim nos parentes que não existem.
Resumindo vou começar e deteriorando e construindo o nexo de toda a procedência verbal e analítica cativando os aplausos de todas as vaias de meu saldo bancário atingindo o pleonasmo da integração mundial.
De mãos dadas com muita fé ridicularizando dinheiro e desprezendo ouro em prol de um mundo mamífero e de toda a sociedade desnutrida em conjunto desumano para retenção de boas idéias e divulgação patológica de medicina e desaine para todos os estados.

Discussão em pauta
Refugo da comoção educacional.
Expandir a gravidade emotiva periférica para saúde
Padecer a vitória otimista na certeza de melhoras na área pecuária.
Manter a coerência na classe média e findando a bondade social mês a mês maquiando a inflação.
Precavi tudo o que aconteceu premeditando o que fizeram sem progresso de crescimento de um desconexo bom para todos.


Rivas, um estranho na música