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Eduardo Luiz Silveira
Tu que no teu ventre sagrado
Em nove meses me fizeste nascer,
Sempre firme e confiante do meu lado
Pouco a pouco me viste crescer
Tu que desde cedo me ensinaste
A ter bondade, respeito e retidão;
Tu que jamais me abandonaste
Nos momentos de dor e tribulação.
Seja digna do amor e da gratidão
Deste jovem, filho teu. De coração
Nesta data tão querida e especial!
Este poeta. Este homem. Este varão!
Mamãe, querida! Minha sublime [inspiração!
A ti dedico este soneto maternal.
Eduardo Luiz Silveira é poeta e cronista
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