PAREMOS A MÃO DO TERRORISTA BUSH!

Geraldo Pereira

Bush é o maior terrorista da história da Humanidade. Com um simples telefonema ele pode poupar a vida de centenas ou milhares de libaneses que estão prestes a desaparecer diante da barbárie que os judeus estão cometendo covardemente.
Essa barbárie é o retrato vivo de um capitalismo cujo fim está mais próximo do que pensa o terrorista Bush e seus seguidores e lacaios.
O governo americano, intitulando-se dono do mundo, está habituado a determinar o que deve e não deve ser feito pelas demais nações, principalmente quando se trata de países do terceiro mundo. Depois da primeira invasão ao Iraque, depois do bombardeio de Belgrado, capital da Iugoslávia, depois da covarde guerra contra o Iraque, custou dezenas de milhares de vidas e também mais de 2.300 mortes dos militares americanos, agora as baterias se voltam contra o Irã.
Bush está satisfeito: Sadam preso; Milosevic, o líder comunista da Iugoslávia, morreu numa prisão depois de alguns anos preso, respondendo a um tribunal internacional pelo crime de ser um patriota, o resto é conversa mole.
Desde que Hugo Chávez chegou ao poder na Venezuela, em 1999, as relações entre Caracas e Washington são as piores possíveis. Hugo Chávez é discípulo de Fidel Castro, é militar e patriota, é culto, é revolucionário. Ele sabe que não pode alimentar a menor ilusão com relação ao poder do Império americano. Há muito que o governo e o povo venezuelano vêm tomando suas precauções. A Venezuela deixou de ser o quintal dos norte-americanos, a Petrobrás venezuelana agora pertence ao povo. Os bilhões de dólares com a exportação do petróleo vão para o bem-estar do povo e para o desenvolvimento da Nação. No campo militar, os Estados Unidos tudo têm feito para atrapalhar e dificultar a vida da Venezuela. A nossa Embraer está proibida de vender os seus aviões, a Espanha também, mas, o governo espanhol não está tomando conhecimento, e além dos aviões está vendendo navios e barcos.
A situação do povo venezuelano é de perfeita sintonia com o governo, pois pela primeira vez um presidente está realmente distribuindo com os mais pobres e necessitados o produto das suas divisas, as quais pertenciam às ratazanas que mamaram na “Petrobrás” deles durante décadas.
Como frisei, as relações entre Caracas e Washington não são boas. Há pouco, o presidente Hugo Chávez declarou no seu programa semanal de rádio e televisão “Alô Presidente”: “Come here, mister Danger (venha cá, senhor Perigo)”, disse ele em inglês e continuou em espanhol: “Covarde, assassino, você é um genocida, um alcoólatra, um bêbado, um imoral, é o pior mister Danger, é um doentio, isto eu sei pessoalmente. Você é um covarde porque não vai Iraque comandar suas Forças Armadas, é muito fácio comandá-las de longe”. E prosseguiu: “Se algum dia lhe ocorrer invadir a Venezuela, estou à sua espera nesta savana, moster Danger... Você está matando crianças que não têm culpa por suas enfermidades, seus complexos, rapaz. Seus soldados estão bombardeando cidades. Ontem vimos as imagens de cinco crianças assassinadas. Elas não são as assassinas, você é o assassinom covarde”.
Os Estados Unidos estão de olho no Chávez por causa de sua aliança com Cuba, de Fidel e agora com o Irã. Nas últimas semanas as relações entre os dois países chegaram ao seu ponto mais baixo. A Venezuela expulsou um agregado militar americano, acusando-o de espionagem. Washington respondeu na mesma hora, com a expulsão de uma diplomática venezuelana.

Geraldo Pereira é jornalista e membro do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e da ABI (Assoc. Bras. de Imprensa)