O rock progressivo de

Roger Waters

Roger Waters - fundador, principal compositor, baixista e cantor de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, a lendária Pink Floyd - realiza em março, no Rio de Janeiro e em S.Paulo, o show "The Dark Side of The Moon", baseado na obra que é considerada a mais importante da banda e um dos marcos da história do rock mundial.
O espetáculo, que já foi apresentado na Europa e Estados Unidos, será visto pelos paulistas, no Estádio do Morumbi, no dia 24 de março.
Lançado no Rock in Rio in Lisboa do ano passado, o show revisita o repertório e o conceito visual dos shows do Pink Floyd dos anos 70.
Segundo Waters, a idéia do show surgiu porque - continuamente - alguém sempre sugeria que o grupo fizesse um show baseado em "The Dark Side of The Moon" - o que parecia impossível, uma vez que a banda parou de atuar com todos os seus integrantes em 1983. Em 2005, eles voltaram a se reunir para uma apresentação beneficente única no concerto Live 8, em Londres.
Waters fez então um acordo com os demais membros do Pink Floyd, montou uma banda e decidiu levar adiante a idéia do show, que é dividido em duas partes: A primeira parte revisita grandes sucessos da banda assinados por Waters, incluindo material do começo da carreira do Pink Floyd, composições de clássicos como "The Wall" e algumas músicas da carreira solo de Waters, como "In the Flesh", "Perfect Sense, Parts 1 and 2" e "Leaving Beirut".
A segunda parte é composta pelo material do disco "The Dark Side of The Moon". Lançado em 1973, o álbum é um dos discos de maior sucesso de todos os tempos.
Os principais integrantes do Pink Floyd hoje são David Gilmour, Nick Mason e Richard Wright. A banda já contou também Syd Barret e Bob Klose.

Show: Dark Side of the Moon - com Roger Waters
Quando: 24/03, às 21h
Local: Estádio do Morumbi
Ingresso: A partir de R$ 70,00
Informações: 6846-6000

O novo Projeto Adoniran estréia
no Memorial com show de Toquinho

O cantor e compositor Toquinho abre a programação do Projeto Adoniran com show no dia 14 de março, quarta-feira, no Auditório Simón Bolívar do Memorial da América Latina, às seis e meia da tarde. O artista se apresenta acompanhado por Ivâni Sabino (baixo) e Pepa D'Elia (bateria). O repertório é formado por canções próprias como "Samba de Orly" (parceria com C. Buarque e V. de Moraes), "O Caderno" (parceria com Mutinho), "Aquarela" (com M. Fabrizio, G. Morra e V. de Moraes), "Que Maravilha" (com Jorge Ben Jor) e "Samba da Volta" (com V. de Moraes), entre outros sucessos.
A música ofereceu a Toquinho um poder admirável: construir a própria fantasia. O instrumentista brotou em Toquinho pelas mãos de vários mestres: Paulinho Nogueira, Baden Powell, Oscar Castro Neves e Edgard Gianulo, Isaias Sávio. Nessa trajetória, o instrumentista gerou o compositor, acolhendo os primeiros parceiros: Chico Buarque, Paulo Vanzolini, Jorge Benjor. A vida ofereceu a Toquinho o grande presente: encontro com Vinícius de Moraes. O poeta doando ao violonista a juventude da experiência e recebendo em troca a experiência da juventude. Foram dez anos e cerca de 100 canções, registradas em dezenas de discos e difundidas em milhares de shows. Após a morte do poeta, Toquinho continuou fazendo música com naturalidade e alegria. Já havia experimentado outros parceiros como Gianfrancesco Guarnieri, Belchior, Francis Hime e Mutinho. A partir de 1980, consolida sua carreira numa dimensão internacional compondo com os italianos Fabrizio e Morra e com o saxofonista japonês Sadao Watanabe, afirmando-se como músico, instrumentista e intérprete na Europa e no Japão. Toquinho mantém-se aberto a novas criações, sendo Paulinho da Viola e Paulo César Pinheiro, os parceiros mais recentes.

Projeto Adonira - Seis e Meia
Show: Toquinho
Quando: 14/03, às 18h30
Local: Auditório Simón Bolívar - Memorial da América Latina
Ingresso: R$ 5,00
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda
Tel: 3823-4600